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Elementos de um link ideal (que o Google prefere)

Elementos de um link ideal (que o Google prefere)

Carolina Peres

Oi gente!

Como é que vocês estão por aí, nessa época de quarentena?

Espero que todo o mundo esteja muito bem, todo mundo está estudando bastante para quando a gente voltar à tona de novo, e está todo o mundo muito bem preparado para o novo universo do Marketing Digital que a gente vai enfrentar e que a gente vai encontrar. 

Aliás, já está encontrando. Muitas mudanças de comportamento aí com relação às buscas, com relação à própria postura do Google. Enfim, está sendo bacana de ver essa mudança que foi abrupta, e a gente como profissional de Marketing Digital está tendo que se adaptar a isso. 

Eu sou a Carol Peres, sou jornalista por formação na verdade, mas caí no universo do SEO, me apaixonei pelo mundo do Linkbuilding, e hoje eu trabalho na Hedgehog Digital. Além disso dou aulas de Marketing Digital na Belas Artes e tenho uma carreira de Linkbuilding há onze anos, mais ou menos, aqui no Brasil. E estou aqui para a gente conversar um pouquinho justamente sobre isso. 

O que é que a gente vai falar hoje aqui? A gente vai conversar sobre o que é o link ideal, aquele link que o Google prefere ao definir os ranqueamentos de uma página.

Vamos partir do pressuposto que todo mundo sabe o que é que é Linkbuilding, então.

Linkbuilding é uma estratégia de construção de links em que você entra em contato com portais e blogs para poder oferecer algum material, com conteúdo editorial e em troca desse material vai referenciando alguma fonte que pode ser o site que você trabalha. Beleza? Ok. 

Mas o que é o link ideal?

Antes de mais nada, e para valer muito a pena, o link ideal tem que ter um conteúdo editorial muito bom.

Porque se ele não tiver um conteúdo que seja bacana, que seja atrativo para a leitura, que o usuário se sinta impelido a consumir, ele não vai valer a pena. Vai ser só mais um link no meio do mundo.

Então, acima de tudo o conteúdo desse link, ele tem que ser muito bom.

Um outro ponto é: também temos que tomar bastante cuidado com a questão dos textos âncora. Os textos âncora não podem ser exatos, então a gente tem que deixar o link cada vez mais fluído, inserido naquele conteúdo que a gente está publicando. Seja ele um guest post, seja ele um infográfico, seja ele uma pesquisa. Isso tem que acontecer, ok? 

Então esses dois pontos são essenciais.

Terceiro ponto: link que gera tráfego de referência.

O que que é o tráfego de referência? É quando a gente tem um site que botou lá o nosso guest post, por exemplo, e aí nesse site tem um link apontando para o nosso site, ou para o site do nosso cliente. O usuário foi, consumiu aquele conteúdo, de repente ele se sentiu impelido a clicar.

Este clique gera tráfego para o site que a gente trabalhou e este tráfego, que a gente chama de tráfego de referência, uma referenciação da fonte. Combinado? Beleza! 

Então vamos lá.

A gente não tem muitas métricas para trabalhar com o Linkbuilding. Porque antigamente a gente tinha um pagerank, lá na década de 2000 - fim dos anos 90, creio eu. Mas o pagerank parou de ser divulgado para os webmasters.

O pagerank ainda existe mas ele não é mais atualizado para a gente. Então a gente ficou meio às cegas com relação à métrica de Linkbuilding até porque essa era a única, basicamente, que era usada. Então o que é que acontece? Várias ferramentas, foram criando as suas próprias métricas com base no comportamento do Google.

Então hoje em dia as principais métricas que a gente tem são utilizadas dentro da SEMrush. Então ali a gente tem o índice de confiabilidade do site, ali a gente tem a quantidade de links que esse site tem. E as dicas que a SEMrush dá também são muito bacanas. Então a gente usa bastante a SEMrush para poder trabalhar com métricas. 

Por quê? Por que como são métricas um pouco subjetivas e o nosso principal desafio é fazer com que a gente tire a ansiedade do cliente. E como é que a gente faz isso? Mostrando dados, das ferramentas.

Vai demorar um pouquinho porque o trabalho de Link Building começa a surtir um efeito depois de dois-três meses. Isso se for bem feito e se o site já não tiver um histórico de black hats, PPN compra de links, excesso de troca, isso tudo vai prejudicando a confiabilidade do site.

Elementos de um link ideal (que o Google prefere). Imagem 0

Então é importante que para o link ser bom, ele não tenha a tag no follow, ou atributo no follow.

Teve uma atualização agora, e mesmo para um link Sponsored e o GC é bacana que o link seja limpo, mas se ele tiver que ser no follow, ainda assim com essa atualização do Google a gente consegue abrir um resquíciozinho de força, mas não tanto quanto se ele fosse muito limpo.

Dentro desse processo quanto mais a gente conseguir links follows, do follows, melhor.

Outra coisa bacana quando a gente publica o conteúdo: vamos supor que um blog publicou um conteúdo nosso - e nessa página as pessoas começam a interagir com comentários: ah, eu gostei, não gostei, achei bacana, não concordo… - essa interação é muito boa porque o Google vai entendendo aquele conteúdo que gera uma ação do usuário.

E a reação do Google é oferecer para a gente essa credibilidade, tanto quanto para o blogueiro que também posta por ali. Então quanto mais os nossos conteúdos tiverem comentários nos blogs que foram postados mais bacana é. 

Uma outra coisa bacana também são sinais sociais. Então, vamos supor que o portal O Blogueirofoi lá e colocou a nossa matéria, e publicou isso nas redes sociais dele. Se o post nas redes sociais dele acaba gerando interação também, seja no Facebook ou no Instagram ou em qualquer outra rede, isso também é muito bom. Sinais sociais são fatores interessantes que o Google observa e que ajudam a ganhar mais credibilidade. 

Uma coisa bacana também são as menções. Quando a gente é mencionado como referência.

Então por isso que eu sempre digo que é bacana mesmo se for um site eCommerce, ou se for um site institucional, que a gente tenha um blog para poder produzir conteúdo inédito sobre o nicho de atuação, e além de ser inédito, que ele tenha também poder editorial ou seja, com pesquisas no mercado, com opinião de especialistas.

Porque aí, se algum jornalista ou algum blogueiro precisa referenciar alguma fonte, ele pode achar esse conteúdo, e acabar referenciando-lo. E aí bota o linkzinho lá para a gente, isso é muito bacana e é a forma mais natural da gente conquistar link.

O número de links também é uma métrica subjetiva mas que ajuda.

Quanto mais links a gente tiver em domínio único, mais credibilidade o nosso site vai ter, mais força de domínio ele vai ter, mais crescimento ele vai tendo dentro do nicho de atuação.

Aquela questão da confiabilidade do site ser realmente confiável, do site realmente ter poder, independente se for um site que vende tênis ou se for um site que vende pomada para bebê, por exemplo. Todos têm que ter a sua credibilidade dentro do seu nicho de atuação. Quanto mais links a gente tiver melhor.

Então não esqueça nunca: sempre que você vai conquistar um link é importante você prestar atenção em tudo isso. Esse portal tem Facebook, não tem, tem Instagram, não tem, como que é, será que as pessoas costumam comentar.

Porque quanto mais qualidades você for tendo para aquele link, mais forte ele vai ficando. Ou seja, não é só questão de um conteúdo bem escrito e o anchor text bem feito.

Não, ele tem que estar muito bem escrito, o anchor text tem que estar certo, tem que estar num blog legal que gere conteúdo para o usuário, que atrai tráfego de referência, que tenha sinais sociais, e aí a gente fecha o pacote, com o supra-sumo do link que - se você conquista um link onde você tem tudo isso - que é que acontece? Você vai ganhando cada vez mais aí ao longo desse processo. 

Então era isso que eu queria dizer para vocês.

O Linkbuilding é uma ciência inexata, porque é muito mais comunicação do que parte técnica. A gente olha bastante a parte técnica junto com ferramentas como a SEMrush, por exemplo, que ajudam a gente a entender um pouco sobre a confiabilidade do site, sobre como é que está o site em relação a links, mas a gente tem também a questão da comunicação.

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Todo o Linkbuilder, ele tem que ser acima de tudo um bom comunicador. Porque senão ele não vai criar aquela parceria com blogueiro, que é importante hoje em dia, criar aquela coisa de “cara vamos tomar uma cerveja”. Isso aí é como se fosse uma assessoria de imprensa digital comum.

Então é bacana também a gente colocar isso na cabeça, que o trabalho de Linkbuilding unido com o trabalho de assessoria de imprensa só tende a dar certo, não existe ninguém querendo usurpar o trabalho do outro. 

Então eu espero que vocês encontrem muitos links ideais para vocês por aí, que dê tudo certo e que a gente possa continuar conversando depois de pandemia, e possa sair para beber e aí todo o mundo vai ficar feliz. Pronto! Boa tarde, beijinho para todo o mundo.


O que você achou do post? Concorda com os elementos de um link perfeito que a Carol listou?

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Carolina Peres
Guru

Portador de sabedoria sobre marketing digital.

Jornalista, apaixonada por comportamento humano no meio digital, evolução social, filmes e cerveja. Link Builder, especialista em Content marketing e amante do Inblound Marketing.
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